A expressão ganhou um novo fôlego cultural através das tunas académicas, que a adotaram como um grito de guerra ou lema associado a noites de copos, serenatas e muita animação.
"Zumba na caneca" é uma expressão tradicional e o título de uma música folclórica portuguesa que celebra o convívio rural, a alegria e o consumo de vinho em canecas partilhadas.
O termo ficou famoso nas vozes de artistas como Tonicha e Roberto Leal.
0
Gostos
0
Plays
Letra
Zumba na Caneca
Tonicha
Oh meu bem aparte aparte, oioai
O cacho tinto do branco, oioai
Também eu fui apartada, oioai
Dum amor que queria tanto
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba
A uva que tem grainha, oioai
É fruto de bom sabor, oioai
São como os beijos que levo, oioai
Da boca do meu amor
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba
Berram bombos e foguetes, oioai
Lá na quinta do outeiro, oioai
Mata-se o porco em dezembro, oioai
Prova-se o vinho em janeiro
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba
Viva a festa da adiafa, oioai
Vivam todos quanto estavam, oioai
E viva o nosso arregueiro, oioai
Com uma caneca na mão
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba